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Estado Andarilho encontrado

PRF localiza andarilho que estava sendo procurado por familiares há mais de dois meses

O rapaz havia sido visto pela última vez em uma unidade hospitalar de São Luís, Capital do Maranhão.

30/04/2021 10h53
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Por: Redacão Fonte: Da assessoria
PRF localiza andarilho que estava sendo procurado por familiares há mais de dois meses

Um trabalho com olhar humanitário para pessoas em situação de vulnerabilidade nas rodovias federais, nesta quinta-feira (29), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) identificou um andarilho de 27 anos que caminhava pelas imediações da pista de rolamento da BR-153 nas proximidades do KM 502, no município de Paraíso do Tocantins/TO. 

 

A abordagem foi possível após a equipe plantonista do dia, que se encontrava na Unidade Operacional de Policiamento de Paraíso, receber as informações da localização e características do rapaz via Centro de Comando e Controle Regional da PRF no Tocantins. Assim que abordado, o rapaz informou que estava a caminho de Brasília/DF, onde possui familiares. 

 

Diante da situação, os policiais rodoviários realizaram contato com uma tia do rapaz e a mesma informou que ele havia fugido de casa em fevereiro deste ano e, desde então, a família o procurava. A mulher informou ainda que ele havia sido visto pela última vez em uma unidade hospitalar de São Luís/MA, e que era um portador de esquizofrenia. Sendo assim, a preocupação maior dos familiares era quanto a falta da medicação já que, segundo ela, com o não uso dos remédios o mesmo apresenta episódios de 'surtos psicóticos'. 

 

Em seguida, após término do contato com a tia do rapaz e a pedido dela, a PRF recebeu a ligação de uma pessoa responsável pela Legião Socorro, uma organização que trabalha com a promoção dos direitos humanos e fortalecimento da sociedade civil, onde ficou combinado que o buscariam.

 

Porém, devido a distância e o tempo que levaria para o responsável chegar até ele, os policiais da PRF entraram em contato com a assistência social de Paraíso que prontamente mobilizou duas profissionais e um enfermeiro do Centro de Atenção Psicossocial (Caps) para atendê-lo. 

 

Por fim, após procedimento padrão de consulta preliminar e entrevista, o rapaz foi encaminhado para atendimento na unidade local do Caps, seguido de acolhida em um local distinto até a chegada de seus familiares.

 

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